Nem todo mundo já se deu conta, mas vivemos intensamente a Economia do Conhecimento, uma quadra da história em que a inovação, a tecnologia e a ciência se transformaram em condição básica para o sucesso de negócios, carreiras ou sociedades.
Grandes empresas geram inovações constantes para permanecerem nos mercados mais disputados. E o conhecimento dos hábitos e rotinas dos consumidores através do mundo digital se tornou um capital precioso para antever as necessidades e entregar valor.
Para viver a realidade de hoje, não basta acompanhar as novidades. É preciso sair na frente e produzir conhecimento. Por isso nunca foi tão estratégico e necessário que o poder público, a iniciativa privada e as instituições de ensino atuem em colaboração.
O Estado do Rio poderia estar na vanguarda desta grande mudança. Tem as universidades e centros de pesquisa de excelência, gestões públicas inovadoras como acontece em Niterói e no Rio e uma economia forte, impulsionada pelo petróleo. Orientar os royalties para inovação, ciência e tecnologia faria toda a diferença.
Secretária Municipal de Inovação, Ciência e Tecnologia, no governo de Rodrigo Neves, em Niterói, Juliana tem os meios para colocar em prática uma ampla rede de colaboração entre o poder público,
as empresas e a sociedade.
A cidade conta com diversos projetos em andamento que abrangem toda a cadeia da Economia do Conhecimento, desde a qualificação profissional dos jovens até o suporte especializado aos empreendedores.
As PUDs são espaços de conhecimento localizadas em áreas vulneráveis de Niterói, que funcionam como um espaço público de inclusão digital e social, com foco educacional artístico, tecnológico e cultural. A Programação inclui cursos de robótica, fotografia, programação de games, oficinas maker, simuladores, e-sport, arte digital e cinema ao ar livre. O programa já dispõe de unidades na Engenhoca e no Viradouro, e uma terceira plataforma inaugurada em Santa Bárbara em novembro de 2025.
Em parceria com a Fundação Euclides da Cunha da UFF, o Acelera estimula novos negócios na cidade que estejam alinhados aos objetivos estratégicos do plano Niterói que queremos. O programa conta com 20 startups incubadas e 8 aceleradas.
O projeto oferece atendimento qualificado à população por meio de núcleos de prática profissional,
como direito e odontologia. Os serviços são prestados por estudantes das faculdades privadas de Niterói, sob supervisão de profissionais.
Ciência Presente também apoia eventos acadêmicos, ações
de extensão e inovação social, fortalecendo os vínculos entre o ensino superior e a comunidade.
A SMICT também faz parte do HUB de Computação Quântica da Faeterj, uma iniciativa estratégica
para a formação de talentos e o desenvolvimento de soluções inovadoras nas áreas de Inteligência Artificial e Computação Quântica.
A expectativa é que as potencialidades desta nova tecnologia também cheguem a Niterói, com benefícios práticos na área de saúde , prevenção de eventos naturais entre outras áreas.
Integrar a histórica Estação Cantareira a startups, universidades e grandes marcas como a IBM e a Nvidia. Este é o conceito por trás do Distrito de Inovação de Niterói, um ambiente figital (físico e digital) que será entregue a população de Niterói ainda no primeiro semestre de 2026. O espaço em construção será um local de convergência entre empresas, universidades e setores científicos, promovendo a cooperação, troca de conhecimento e desenvolvimento tecnológico.
Esta iniciativa em parceria com Firjan está levando às comunidades em condição de vulnerabilidade, uma casa inteligente, com automação, inteligência artificial, redes de dados de alta velocidade entre outras tecnologias disponíveis. A primeira unidade foi inaugurada em novembro, na Ponta da Areia, oferecendo diversos cursos gratuitos nas áreas de elétrica e automação residencial, redes sociais, robótica e tecnologia da informação. O funcionamento de outros cinco núcleos do projeto está previsto para os próximos meses.